viernes, 19 de junio de 2015

“BRASIL TEM ENORME POTENCIAL HIDRÁULICO A EXPLORAR”, DESTACA JORGE SAMEK, DIRETOR-GERAL DA ITAIPU BINACIONAL

Jorge Samek, diretor-geral brasileiro da Itaipu. Foto: Itaipu Binacional



Jorge Samek, diretor-geral brasileiro da Itaipu. Foto: Itaipu Binacional.

Segundo o Balanço Energético Nacional de 2014, a contribuição da energia hidráulica na matriz energética brasileira é de aproximadamente 71%. Além de ser limpa e renovável, a fonte se destaca pelo baixo custo, o alto rendimento e o aproveitamento da grande disponibilidade de recursos hídricos no Brasil. 
Em entrevista à Web Rádio Água, o diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Jorge Samek, destacou a expansão das usinas hidrelétricas aproveitando um enorme potencial existente no País, sobretudo na região Norte. O diretor ainda citou o conceito de usinas-plataforma como uma boa alternativa de baixo impacto ambiental para as regiões mais remotas do País: 
“O Brasil ainda tem 60% do seu potencial hidráulico no Norte. É lá que está o Rio Amazonas, o Rio Negro, o Rio Tocantins, o Rio Xingu... e está se trabalhando na expectativa de como usar isso e fazer o menor estrago possível à natureza. Então veio o conceito das usinas-plataforma. Encontra uma região que não tem habitação, não tem cidade, mas tem um potencial hidráulico enorme, e lá constrói a usina e depois recompõe toda a mata e toda a operação dessa usina é feita de forma remota, distante da usina. Só tem operários para fazer a sua manutenção, que vão de helicóptero, igual a uma plataforma de petróleo, e com isso não se faz desmatamento, não abre novas trincheiras para a abertura para a abertura de novas cidades, e com isso se preserva aquilo que o Brasil quer preservar do ponto de vista da sua biodiversidade, mas ao mesmo tempo extrai esse potencial extraordinário de usina limpa e renovável que a hidráulica fornece. Ficaram prontas uma série de usinas (hidrelétricas), a maior parte delas na região Norte do Brasil, onde está o grande potencial hidráulico do Brasil. Com esses investimento todos atingimos 40% da nossa capacidade hidráulica. Então ainda temos 60% a explorar.  E para isso, tem uma tecnologia - que o Brasil é campeão nisso – que são as grandes linhas de transmissão (tanto em corrente contínua como corrente alternada). Isso tudo entrando funcionando e voltando a chover dentro da normalidade, obviamente que os preços da energia elétrica voltarão aos preços de 2013, que é uma boa notícia ao consumidor”. 
Como reflexo dessa expansão do setor está a diminuição progressiva do percentual de participação de Itaipu na energia elétrica consumida no País. O dado é importante para a segurança energética nacional, segundo Samek. O diretor também explicou os motivos que levaram a binacional a investir também em pesquisas relacionadas a outras fontes renováveis de energia: 
“A Itaipu fechou o ano passado com quase 17% do suprimento de toda energia elétrica consumida no Brasil. A cada ano que passa agora, a nossa participação vai diminuindo. Com a entrada das usinas do Rio Madeira (Jirau e Santo Antônio), em breve a operação da usina de Belo Monte, Angra 3 (também para o próximo ano), uma centena de termoelétricas que foram instaladas no Brasil e três centenas de hidráulicas (de tamanho de PCH – pequena central hidrelétrica, médias e até algumas grandes) que estão em construção no Brasil nós vamos ampliando a capacidade total de abastecimento de energia. Quanto mais cresce o nosso potencial instalado, a participação de Itaipu vai diminuindo. Mas nós devemos fechar esse ano ainda com uma participação próxima de 16% de toda a energia consumida no Brasil e mais de 75% de toda energia consumida no Paraguai. Essa é uma ótima notícia: a segurança energética. Quanto menos depende de uma só usina é muito melhor. Quando você tem diversas fontes te fornecendo, de diversas regiões, você tem muito mais capacidade de enfrentar um problema sem dar nenhum prejuízo para os consumidores de energia, quer seja da indústria, do comércio ou mesmo residencial. Para poder construir a hidrelétrica de Itaipu, o nosso país – junto com o nosso sócio Paraguai – teve que trazer para Foz do Iguaçu os maiores especialistas em produção de energia, em barramento, em fazer a transmissão dessa energia, e isso obviamente exigiu um esforço enorme de cientistas renomados e com experiência que vieram morar em Foz do Iguaçu. E daí foi um passo para começarmos a fazer pesquisa em mobilidade, em veículos elétricos, em aproveitamento de metano, por exemplo, essa grande quantidade de dejetos que estava contaminando o lençol freático. Isso já não é mais problema. O problema virou uma solução. A solução é que isso vira energia e vira adubo. E Itaipu, obviamente, detém o conhecimento necessário para fazer essa transformação. Então foi um passo natural de nós passarmos a trabalhar na questão solar, na questão eólica e todas as fontes de energia para que pudéssemos ir aplicando esses conhecimentos”.

Percentual de participação de Itaipu no fornecimento de energia elétrica no País está diminuindo com expansão do setor. Foto: Itaipu Binacional

A Matriz Energética Brasileira é considerada um exemplo para o mundo por apresentar uma grande participação de fontes limpas e renováveis. Para manter este panorama, Samek destaca o avanço na instalação de usinas eólicas e no desenvolvimento de pesquisas na área da energia solar:  
“A grande fonte de abastecimento de energia elétrica na Europa é carvão, assim como na Rússia e na China. Os próprios Estados Unidos são muito dependentes de carvão e de gás. Isso tudo polui. As pesquisas apontam muito para trabalhar em eólica e solar. O que tem de problema na eólica e na solar? São energias absolutamente limpas, mas intermitentes. Por exemplo, à noite não produz solar. Como é que eu faço para abastecer um hospital, um supermercado, um frigorífico, um metrô. Não posso ter energia hora sim, hora não. Energia tem que ser 24 horas por dia.  Então tem que ser a somatória dessas energias para dar uma possibilidade de poder ter uma segurança energética. O Brasil vai fechar o fim do ano que vem (dezembro de 2016) com quase 9% de todo o potencial instalado proveniente de fontes eólicas. E junto com isso, pesquisa na solar. Nós estamos trabalhando, inclusive aqui em Itaipu, o Parque Tecnológico Itaipu (PTI) trabalha muito no processo de armazenar energia solar. Nós vamos ter que aproveitar esse sol do dia e armazenar. Armazenar quer dizer baterias. Nós estamos desenvolvendo isso em carros elétricos, queremos levar energia para essas regiões que estão muito distantes. Para você levar rede de energia, ás vezes são milhares de quilômetros para atender 200 famílias, e por isso se torna economicamente quase inviável. A solução disso é exatamente a eólica e a solar. Poder armazenar isso e com isso abastecer essas comunidades mais distantes. Portanto acho que a solar e a eólica vão ganhar muito espaço nas próximas décadas”.
De acordo com um estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), até 2050 o Brasil deve chegar próximo à casa dos 230 milhões de habitantes, com o acréscimo de quase 40 milhões de domicílios. Para manter a matriz energética limpa, mesmo com o aumento da demanda, o País deve investir na diversificação de fontes renováveis. 

La Unidad Temática Ambiente y Desarrollo Sostenible participo de la Reunión Preparatoria de la LXII Reunión Ordinaria del SGT Nº 6, Medio Ambiente MERCOSUR.

La Unidad Temática Ambiente y Desarrollo Sostenible participo de la Reunión Preparatoria de la LXII Reunión Ordinaria del SGT Nº 6, Medio Ambiente MERCOSUR.

La Unidad Temática Ambiente y Desarrollo Sostenible, por intermedio del Lic. Lautaro Lorenzo (Municipio Esteban Echeverria), participo de la Reunión Preparatoria de la LXII Reunión Ordinaria del SGT Nº 6, Medio Ambiente MERCOSUR, El pasado 15 de junio de 2015 en el Salón de Planta Baja (Néstor KIRCHNER) en el  Edificio sito en San Martín 451.

La reunión tuvo por  finalidad informar sobre los temas que serán  abordados en oportunidad de la referida reunión del SGT6, como así también el estado de ejecución del proyecto ECONORMAS y del Sistema de Información Ambiental del MERCOSUR (SIAM). Se adjunta Agenda Tentativa.

Participaron de esta Reunión la Coordinadora Nacional del Sub Grupo de Trabajo Nº 6 Ambiente, Dra. Mirtha Laciar, funcionarios de la Cancilleria Argentina, Secretaria de Ambiente, técnicos del proyecto econormas y cámaras empresariales entre otros.

A continuación se acompaña la Agenda Tentativa prevista para la:  

                         LXII REUNIÓN ORDINARIA DEL SGT Nº 6, MEDIO AMBIENTE.

Brasilia, 22 a 25 de junio de 2015

AGENDA TENTATIVA


  1. Aprobación de agenda.
  2. Cooperación y Desenvolvimiento de capacidades para implementación de agenda de trabajo de SGT Nº6, Medio ambiente.

  1. Aprobación de Acta del Comité de dirección de proyecto ECONORMAS MERCOSUR
  2. Sistema de información Ambiental de MERCOSUR (SIAM)
-Dialogo sobre próximos pasos en busca de la sustentabilidad del Sistema.
-Discurso sobre estrategia para la incorporación progresiva de las informaciones de Venezuela
                    .
Evaluación de propuesta de proyecto de cooperación con la FAO: “Desarrollo de una plataforma de inversiones para el manejo sostenible de la tierra (MST) y lucha contra la desertificación en el MERCOSUR”

3.            Preparación de agenda de XX Reunión de Ministros de Medio ambiente de MERCOSUL (RMMA) y su Relación con la Actividades

  • Diagnostico político
a.            Agenda 2015- Reunión en Nueva York, septiembre 2015
b.            Cop 21 Convención de clima- Paris Diciembre 2015
c.            Crisis Hidrica escenario del MERCOSUL en América Latina.

  • Agenda Ambiental del MERCOSUL y sus efectos sobre la Agenda Regional
a.            Estrategias para la conservación de diversidades biológicas
Implementación de línea estratégica (Argentina)
Unidades de conservación (Brasil)
  1. Gestión de residuos
Implementación de línea estratégica (Brasil)
  1. Gestión de Riesgos de Desastres
Implementación de línea estratégica (Uruguay)
  1. Manejo Sustentable de Bosques.
Implementación de línea estratégica (Venezuela)

  • Proyectos del MERCOSUR
a.            Presentación sobre SIAM- SISTEMA DE Información Ambiental del MERCOSUR y su importancia para la implementación a la Agenda Ambiental del MERCOSUR
b.            Resultados de principales desafíos del Proyecto ECONORMAS COOPERACIÓN MERCOSUR- UNIDAD EUROPEA, en su fase final de implementación (presentados por la directora del comité de Dirección del Proyecto)
4.            Temas Varios

 




miércoles, 17 de junio de 2015

CONVOCATORIA Intercambios de Asistencia Técnica entre Gobiernos Locales Desarrollo y Fortalecimiento de Capacidades para la Construcción de Resiliencia

Estimados Miembros de la Red Mercociudades:

Desde la Unidad Temática Ambiente y Desarrollo Sostenible compartimos la Convocatoria de la Oficina de las Naciones Unidas para la Reducción de Riesgos de Desastre (UNISDR), con el objeto de fortalecer a los gobiernos locales en materia de construcción de resiliencia.

Esta información nos llega a través del Punto Focal de la iniciativa Ciudades Resilientes, que la red Mercociudades y la UNIDSR vienen promoviendo en el marco del convenio de cooperación entre ambas instituciones.

De esta manera invitamos a todas las ciudades miembro de la red a sumarse a esta iniciativa y postular para la consecución de recursos de cooperación que la UNISDR pone a disposición.




Fecha de cierre: 19 de julio de 2015
Publicación de resultados a partir del 30 de julio de 2015
Desarrollo de intercambios: Agosto - Diciembre 2015

Una invitación a los líderes de los gobiernos locales para que reafirmen su compromiso con el desarrollo sostenible y resiliente de sus comunidades ante desastres, con el propósito de contribuir al desarrollo de sus competencias (conocimientos, habilidades, entre otros) y capacidad de gestión (organización, marcos normativos, entre otros) en temas relacionados con la reducción del riesgo de desastres.

Para mas información consultar el siguiente link:

http://eird.org/americas/intercambios-de-asistencia/index.html#.VYH0kPl_Okp

Saludos

Lic. Lautaro Lorenzo
Subcordinación UTADS
Municipio Esteban Echeverria

Adapt- Chile y Euroclima inician talleres en Chile, Argentina y Uruguay



(3 de Junio de 2015) En Santiago de Chile, Buenos Aires y Montevideo se realizan academias para funcionarios de municipios como parte de proyecto “Desarrollo de planes de cambio climático para Gobiernos Locales de Chile, Argentina y Uruguay”, que cuenta con el financiamiento de EUROCLIMA.
El proyecto busca apoyar a los gobiernos locales en la planificación, monitoreo y evaluación de la puesta en ejecución de medidas de adaptación al Cambio Climático y mitigación de gases de efecto invernadero. Al mismo tiempo, busca educar y capacitar a los equipos técnicos municipales y tomadores de decisión para generar estrategias locales para hacer frente al cambio climático.
El proyecto se desarrolla mediante un curso intensivo de dos días de trabajo a tiempo completo, en donde los equipos técnicos municipales serán capacitados de forma teórica y práctica.
Posterior a las academias, los representantes de los gobiernos locales implementarán las actividades aprendidas durante las academias en sus propios gobiernos locales, a modo de generar un proceso autónomo que les permita replicar el trabajo en el futuro y para desarrollar, de forma participativa, un Plan Local de Cambio Climático.
El proyecto se desarrolla en Chile, Argentina y Uruguay y ha sido desarrollado en cooperación con la ONG Adapt-Chile y con el financiamiento de Euroclima. Los talleres (o “academias”) para los gobiernos locales de cada país se desarrollan el 27 y 28 de mayo para Chile (en Santiago), el 11 y 12 de junio para Argentina (en Buenos Aires) y el 15 y 16 de junio para Uruguay (en Montevideo).

jueves, 21 de mayo de 2015

“Santa Fe puede compartir experiencias, y nosotros queremos apoyarla en su propio sendero o camino hacia una ciudad más resiliente”

"Elegimos a la Ciudad de Santa Fe por su compromiso de enfrentar los desafíos"

Lo dijo Aaron Spencer, gerente para Latinoamérica de la Fundación Rockefeller, al referirse a la selección de la capital provincial para integrar el Programa 100 Ciudades Resilientes. “Santa Fe puede compartir experiencias y aprender de otras, y nosotros queremos apoyarla en su propio sendero o camino hacia una ciudad más resiliente”, destacó.
El intendente José Corral mantuvo una reunión con el gerente para Latinoamérica del Programa “100 Ciudades Resilientes” (100RC), de la Fundación Rockefeller, Aaron Spencer, que se encuentra realizando una visita de trabajo en la ciudad. El encuentro, que se desarrolló en la Sala de Reuniones de la Intendencia, y contó con la participación de diferentes instituciones, organizaciones y universidades de la capital provincial. La oportunidad sirvió para brindar detalles de la iniciativa para la que fue seleccionada la ciudad de Santa Fe.
Como se recordará, en diciembre del año pasado, la Fundación Rockefeller anunció la incorporación de Santa Fe al Programa 100RC, una propuesta que permite a las ciudades participantes obtener respaldo técnico, recursos y financiamiento para desarrollar e implementar planes tendientes a construir resiliencia urbana. En tal sentido, el Programa prevé destinar un millón de dólares para el financiamiento de diferentes proyectos.
Además de José Corral y Aaron Spencer, estuvieron los representantes de distintas facultades de la UNL, de la UTN y de la Universidad Católica; también del Instituto Nacional del Agua (INA), de la Cámara Argentina de la Construcción, del Centro Comercial de Santa Fe, de la DAIA, de Cáritas, y del Movimiento Los Sin Techo, entre otras entidades.

La única de la Argentina

Aaron Spencer representante de la fundación en Latinoamérica contó a los medios que la organización tuvo casi 400 postulaciones para entrar a este programa que tiene como objetivo central equipar a las áreas urbanas con las herramientas y la red de apoyo para diseñar, desarrollar e implementar soluciones integrales que permitan abordar de manera global los riesgos ambientales y los problemas crónicos de las diferentes comunidades con vistas a propiciar un desarrollo sustentable.
De esas 400 postulaciones, casi 90 fueron de América Latina, y Santa Fe fue elegida como una de las seis, pero la única en la Argentina. “Fue seleccionada por el compromiso de trabajar de manera más transversal y también enfrentar los desafíos tanto crónicos como las amenazas que se enfrenta la ciudad, como una inundación. Santa Fe puede compartir experiencias y aprender de otras y nosotros queremos apoyarla en su propio sendero o camino hacia una ciudad más resiliente”, manifestó Spencer.
Además destacó la importancia de ver cómo se puede vincular la ciudad con otros fondos de oportunidades. “Ese es un poco el propósito del programa, ayudando a la ciudad en la organización de sus propios recursos y también para vincularla con los que quieren trabajar en la ciudad y no saben cómo”, concluyó Aaron Spencer.

Un orgullo

Tras la reunión, el intendente José Corral manifestó su alegría “porque estamos comenzando un trabajo luego de que Santa Fe fue elegida por la Fundación Rockefeller para integrar este programa”. Y agregó: “Tenemos el orgullo de ser la única de la Argentina y de un puñado de América Latina entre ciudades muy importantes del mundo que fueron elegidas para trabajar lo de la resiliencia, que consiste en cómo enfrentar los problemas y los desafíos, incluso los traumas en los momentos más difíciles para hacerlo de la mejor manera, y después de eso crecer y que la ciudad pueda aprender y tener un desarrollo cada vez más integral”, remarcó.
El mandatario local aseguró que “Santa Fe está en ese camino; tenemos muchos problemas y una historia vinculada a las inundaciones por crecida de los ríos y las lluvias, y hay dificultades, pero también hemos aprendido y ese es el reconocimiento que la fundación nos dio”.
Para el Intendente, “da mucho orgullo porque Santa Fe comienza a estar en el mundo y a vincularse con gente que nos puede ayudar”. En este punto, agradeció por parte de toda la ciudad a la Fundación “porque hay recursos vinculados a personas que van a trabajar en la ciudad financiadas por la Fundación Rockefeller y también en relación con otras organizaciones y con otras ciudades que han hecho ya tareas parecidas y nos pueden asignar, transmitir y ganar tiempo”.
Para concluir dijo que “lo que queremos poner arriba de la mesa en el diálogo que estamos teniendo son no sólo los temas de infraestructura vinculados a inundaciones sino también la inclusión social y la violencia, porque nuestros sectores de la sociedad afectadas por las crecidas de los ríos y por las lluvias también son los que tienen más necesidades de oportunidades de empleo, de educación y donde tenemos todavía problemas de violencia que nos parece que tomando experiencia de otras ciudades podemos resolver”.

De qué se trata

La resiliencia urbana es la capacidad de los individuos, las comunidades, las instituciones, las empresas y los sistemas de sobrevivir, adaptarse y crecer a pesar de cualquier tensión crónica y choques agudos que experimenten. En ese sentido, 100RC tiene como propósito equipar a las áreas urbanas con las herramientas y la red de apoyo para diseñar e implementar soluciones que permitan abordar de manera global los riesgos ambientales y los problemas crónicos de las diferentes comunidades con vistas a propiciar un desarrollo sustentable.
La ciudad de Santa Fe es la primera y única del país en integrar el Programa de la Fundación Rockefeller, por lo que formará parte de una red entre las que se cuentan, entre otras localidades, París, Londres, Barcelona, Boston, Chicago, Milán, Atenas, Bangkok, Belgrado, Medellín, Porto Alegre, Santiago de Chile y Río de Janeiro, por citar unas pocas.

martes, 5 de mayo de 2015

Libro Inundaciones Urbanas y Cambio Climático de la SAyDS

Estimados 

En esta oportunidad les acercamos el libro "Inundaciones Urbanas y Cambio Climático. Recomendaciones para la Gestión" editado por la Secretaría de Ambiente y Desarrollo Sustentable de la Nación. 





Saludos !

Coordinación de la UTADS